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... o olhar de uma mulher, faz pouco até de Deus ... A festa de aniversário onde o aniversariante não compareceu... Era segunda feira, começo de tarde... Estava eu, deitadinha na minha cama, muito bem acompanhada pelo maravilhoso Eros, quando o Ricardo me chama no ICQ, me lembrando que naquele dia era aniversário de um colega, membro da liga extraordinária. Imediatamente eu respondi que já tinha deixado uma mensagem pro Eloi no Orkut. O Ricardo, com seu bom humor característico disse que gostaria de fazer um churrasquinho pra comemorar o niver do nosso colega, e na hora eu topei, ele disse que contatava as pessoas e passava aqui em casa pra eu seguí-lo até a casa do Alessandro Binhara (pois eu não lembrava mais como chegava na casa desse indivíduo). Combinamos que ele ligaria pra mim quando saísse de casa, era o tempo de eu descer o elevador, pegar o carro e encontrá-lo na esquina. Era 19h00, toca o telefone, eu atendo e é o Ricardo, na hora a primeira coisa que eu falei foi "- Putz, esqueci do churrasco". *LEGAL!!* Lá estava eu com um jeans estiloso, uma blusinha do saudoso Coxa (que ganhei do grande amigo David) e um rabo de cavalo. Não dava mais tempo de trocar de roupa, de passar um rímel no cílios e nem de nada. Desliguei o Eros com dor no peito, coloquei um sapato, escovei os dentes e trancei a alça da bolsa no corpo. Saí correndo tudo e a droga do elevador não vinha, resolvi descer as escadas escuras do prédio, e lá se foi a Fer descambando 7 andares, chegando na garagem lembrei de algo muito importante que eu tinha esquecido "a chave do carro". *LEGAL!!* Esperei o elevador, subi, travei a porta do elevador com minha bolsa (pra não correr o risco do elevador escapar, estamos em dias difíceis e os elevadores são artigos de luxo muito disputados) abri o apto, peguei a chave, fechei o apto, peguei a bolsa, desci, entrei no carro, cheguei no portão de saída e não achei o controle remoto da garagem. *LEGAL!!* Procurei por tudo, abri até o porta malas e nadica de nada, o bichinho sumiu mesmo. Lá fui eu pedir pro porteiro, o Claudio, abrir a porta, ele disse que já vinha, passaram-se uns 10 minutos e nada dele chegar, fui lá "lembrá-lo" que ele tinha que abrir a porta da garagem pra mim e constatei que ele tinha me esquecido. *LEGAL!!* Consegui sair da garagem e nada do Ricardo. *LEGAL!!* Vi então um cidadão atravessando a rua correndo (claro, ele me esperou mais de 20 minutos e tinha ido na portaria pra saber o que estava acontecendo de errado). Pedi desculpas e enfim fomos pro churrasco. *LEGAL!!* Chegamos na casa do Binhara, a Alessandra (namorada do Binhara) nos atendeu hiper bem, fizemos bagunça, o Sr. Haroldo começou a assar a carne, as cervejas, vodkas, tonicas, refris e outras coisas foram pra geladeira e nós lá, no maior papo, bebendo, contanto histórias e fofoquinhas corriqueiras passadas no mundo Open Source. A carne foi saindo e nós bebendo e comendo, rindo, contando piadas... Suddenly! Um olhou pro outro, checamos o relógio e já era tarde pra caramba. Nos perguntamos... "- Cadê o Eloi???". Lá vai o Binhara ligar pro aniversariante, e constatamos que o cara não vinha pra festa que o Ricardo organizou com tanto carinho. *LEGAL!!* O churrasco estava uma delícia, o papo melhor ainda, as pessoas animadas, a cerveja gelada e cheguei em casa perto das 2h da matina em plena segunda feira. *LEGAL!!* E assim terminou uma noite no mínimo inusitada, numa churrascada para uma festa de aniversário, onde o aniversariante não compareceu. Conclusão: Quem perdeu foi o Eloi, pois nós comemoramos muito o aniversário dele, e foi maravilhoso... hehehhe ![]() . . Escrito por Fer às 20h57 [ ] [ envie esta mensagem ] I'm f i i i i i i i i ine.... (sim, ele é a paciência em forma de gente) Acredito eu que todos saibam que a semana se inicia no dia de domingo. Tendo isso, posso iniciar... Minha semana iniciou de uma maneira completamente inusitada. Era domingo, delicioso, e o horário estava perto das 7h20 da manhã, aquele horário onde vc acorda suavemente, verifica o horário e inconcientemente fala para si mesmo que é cedo e o bom Senhor lhe permite dormir mais um pouco e continuar o sonho bom. Estava deitada e sonhando com os anjos, abraçada e sendo envolta pelos braços do meu atual e sempre fiel namorado Hug. Repentinamente um barulho estranho bem baixinho iniciou, e esse barulhinho foi aumentando, aumentando até eu perceber que se tratava do meu celular se esguelando dentro da minha bolsa. Pulei da cama, peguei o celular, atendi, uma voz suave do outro lado... "- Morning, my cute girl"... e eu, que acabara de acordar me transformei no próprio ponto de interrograçao, mas ainda respondi... "- Good morning. Excuse me. Who you're?" e novamente aquela voz suave respondeu calmamente... "- It's me, your friend Jon.". Tá, beleza, era 7h20 da manhã e eu estava recebendo uma ligação do meu querido e saudoso amigo Maddog, fiquei feliz e começamos a conversar (mesmo eu estando meio fora de mim devido ao sono). O meu querido começa a falar que tinha acabado de chegar no Brasil e que a primeira pessoa que ele lembrou de ligar era eu. Sim, a neguinha aqui inflou, eu me senti o próprio Zepellin, flutuando devido ao que estava ouvindo. No meio daquele papo ele me fala que estava em São Paulo e gostaria muito que eu fosse buscá-lo no aeroporto. Minha reação natural e imediata foi começar a rir. hehehe... Expliquei para o Jon que eu estava em Curitiba e que não poderia ir buscá-lo no aeroporto, o que pra ele foi um choque, hehehe, aí me dei conta que ele não sabia que horas eram, não sabia quem iria buscá-lo, não sabia em que hotel estava hospedado, etc, etc, etc. Bem, o que eu fiz, pedi pra ele me dar um minuto que eu iria contatar alguém em Sampa pra ir buscá-lo, e nisso iniciou-se a via sacra. Todos os nerds que incrivelmente atenderam o celular estavam muito ocupados no momento (não consegui pensar no que mais eles poderiam estar fazendo, além de estar esperando um telefonema meu, hehehe). Liguei pra uns 500 e nada, gastei toda a minha lábia e não conseguia localizar nenhum dos nossos colegas paulistanos. Em meio a minha corrida frenética e depois de uns 30 minutos meu celular toca novamente. Dei mais um pulo, peguei o celular, atendi, uma voz suave do outro lado... "- I'm fi i i i i i inneeee"... e eu, que estava enlouquecida buscando um motorista pra ir buscá-lo no aeroporto me transformei novamente no ponto de interrograçao inicial, mas ainda respondi... "- Jon, where you are?", nisso uma outra voz masculina (e na minha lingua materna) começou a falar. Era o Rafael Peregrino, se desculpando por todo o ocorrido e dizendo que já estava com o Jon e não, ele não estava abandonado no Brasil, tinha uma pessoa zelando pelo bem estar do Papai Noel mais real que eu já encontrei. Como não havia mais problemas a serem resolvidos, relaxei, mandei beijos pros dois, desliguei o telefone e tive que levantar da cama pois meu sono tinha ido embora. Infelizmente não consigo ficar "fiiiiiiine" como o Maddog... hehehhe... Sim, esse homem é a paciência em pessoa, me pergunto se um dia ele ficou ou ficará nervoso, se um dia não levou uma fechada no trânsito, se um dia as coisas deram errado na vida dele. Esse homem é um exemplo a ser seguido. E dá-lhe maracujina!!! Escrito por Fer às 20h29 [ ] [ envie esta mensagem ] Viajar é bom, voltar pra casa é bem melhor... "Pois sempre tem a cama pronta, e rango no fogão, luz acesa, me espera no portão, pra você ver, que eu tô voltando pra casa, outra vez..." Lulu Santos Terça feira, início de noite... cá estou eu, deitadinha na minha cama com o Eros no colo, voltando aos meus desabafos virtuais e compatilhando minha vida novamente. Cheguei em casa sã e salva depois de tanta loucura na Paulicéia. Comento com minha avó que adoro ir pra Sampa, pois quando volto, consigo ver com mais clareza a beleza de Curitiba. O céu dessa cidade exibe pequenas luzes, dispostas diformemente, a qual chamamos de estrelas. É uma maravilha da natureza e que infelizmente os paulistanos foram disprovidos de contemplar. O céu e as estrelas me transmitem paz. Hoje a tarde eu tinha um compromisso no sul da cidade, e depois de um trânsito incontrolável e muitas reclamações por parte da minha caroneira, chegamos ao destino em 20 minutos. Ela esbravejava e eu me mantive em silêncio, pensando cá com os meus botões sobre minha felicidade de estar naquelas ruas tão calmas, quase provincianas. O que seria da minha caroneira se ela estivesse em Sampa? Ri sozinha... Escrito por Fer às 20h05 [ ] [ envie esta mensagem ] Piano de cauda, botecos com copos sujos e o sanduíche de pernil... "A noite vai ser boa, e tudo vai rolar, é certo que as pessoas querem se conhecer, vem ficar comigo depois da festa acabar..." O Bar se chama Piratininga, na Vila Madá, e ele "me chamava" há alguns meses. Maçan e eu tínhamos um compromisso mútuo, nos encontrar, nos abraçar, conversar e rir muito, mas em meio a isso, tínhamos que derramar "16" de nossas lágrimas e tomar "7" copos do mais puro e gelado suco de cevada fermentado. Fizemos isso enquanto homenageávamos Hércules, que em uma de suas batalhas travou grande luta com um caranguejo enviado por uma Deusa e após a derrota, o pobre e fiel foi esmagado em pedacinhos bem pequenos. Cada um desses pedaços hoje forma a constelação de "Câncer"... bem... e iniciamos o ritual... Eu e meu Deus nórdico, Lord Spy chegamos no bar e nos acomodamos junto ao imponente piano de cauda Essenfelder (até o piano é curitibano, lugar onde só tem coisa boa). Esperamos um pouco e logo chegou nosso querido amigo Maçan, e então descrobrimos a razâo de termos que sentar ao lado do piano: se chama Daniel, ótima pessoa, ótimo músico e principalmente ótimo contador de piadas de mineiro (é, acho que o ninho deles é pra lá messss!). O raparigo já estava me tirando a atenção, mas quando pedi pra ele tocar Michelle, dos Beatles, me fez fascinada. Sim, a conversa foi conduzida pela presença do nosso novo companheiro de mesa, e modéstia a parte, foram trocas maravilhosas. Tempos depois, e cervejas depois, nos vimos sozinhos, pois o Daniel tinha debandado para se juntar a manada de elefantes voadores migratórios, ambos rumavam ao lar... Como a noite é uma criança recém nascida e nossas homenagens foram feitas a contento, nos entregamos a mais uma missão. O Spy tinha a necessidade de achar um bar em Sampa. Mas nãoo era qualquer bar, era o bar que ganharia a classificação de = Melhor boteco copo sujo = na próxima edição das recomedações noturnas da revista Veja. Pra falar bem a verdade, estávamos dotados da boa sorte intrínseca de todo boêmio (leia-se bebum mesmo) e sem muitas voltas encontramos um legítimo exemplar do procurado. Sentamos e nos sentimos literalmente em casa, principalmente quando junto com a cerveja, vieram os copinhos americanos (aqueles de tomar pingado, sabem?). Inexperadamente o garçom nos trouxe a conta, olhamos ao redor, as portas já estavam fechadas e existiam apenas poucos exemplares humanos dentro do reinado das baratas. Ou seja, fomos mandados embora do local com honras e pompas de um bar daquela classificação. Mas deixo aqui minha insatisfação em nâo ter nenhum petisco como, romópis, vina boiando no vinagre e ovos coloridos. Isso é uma falha irreparável. hehehhe.... Depois de sermos aclamados no Piratininga e mandados embora do boteco copo sujo, não nos demos por rogados, rumamos a outro lugar da Paulicéia Desvairada, onde sabíamos que mataríamos quem estava nos matando... a fome. Só pra não perder o costume e deixar o trajeto mais "apetitoso" chegamos lá via Rua Augusta... hehhee... O velho e bom Estadão não tinha mudado nada e particularmente acho que poucos locais em São Paulo tem tanto a cara da cidade. Fomos direto para a especilidade da casa, o sanduba de pernil no pão francês. - Pra beber pessoal? - Três cocas-cola, por favor! E como aquilo estava bom. Na nossa frente tinha uma enorme janela, onde podíamos ver a banca de jornais na calçada. Os olhos de lince do Spy viram em meio a todas aquelas publicações uma caixinha preta, onde estava impressa uma espiral em vermelho/magenta. Terminamos a saudável refeição e fomos até a banca verificar se o que víamos era o correto, estão vendendo nossa distribuição preferida nas bancas de jornal (e tem gente que diz que ela não é viável ao público, ahahha). Depois da expedição o Spy e eu voltamos pro berço e o Maçan tb, não lembro direito, mas acho que dormi o sono dos justos... Análise da noite: Fer, Spy e Maçan Rules... o Debian tb... hehehehhe Escrito por Fer às 19h14 [ ] [ envie esta mensagem ] Rodrigo de Godoy Domingues e Eduardo Maçan... ![]() Escrito por Fer às 18h53 [ ] [ envie esta mensagem ] Me, me, me, me, me, me, me........ ![]() Escrito por Fer às 18h48 [ ] [ envie esta mensagem ] Na madrugada vitrola rolando um blues, tocando BB King sem parar... Um tempo depois... em um outro ponto da cidade que não dorme, estava eu tomando o aclamado gin tônica com 3 gotinhas de angustura (dica do prof. Julio Neves), e a noite corria solta, rostos femininos e masculinos conhecidos pela mais profunda amizade, e muitos outros rostos estavam naquele bar aconchegante. Todos ouvíamos uma banda tocando blues, dando destaque ao carinha que tocava gaita (eu imaginei na hora o que mais ele fazia com a boca), e seu companheiro que tocava violoncelo (eu imaginei na hora o que mais ele fazia com aquelas mâos), a noite foi de papos amenos, vezes interrompido com idéias e opiniôes sobre os problemas das nossas vidas e de outros. Nâo sei que horas eu deitei na cama, mas sei a hora que saí, passava das 16h, e sim, foi muito bom. Escrito por Fer às 17h40 [ ] [ envie esta mensagem ] Todas as formas de vida e viver que Sâo Paulo oferece... Quarta feira, final de tarde... estou na casa do Spy tentando me adaptar ao teclado para escrever um pouquinho. É incrivel como aqui, na Paulicéia Desvairada os relógios também se desvairaram, apenas agora me deixei perceber que amanhâ é quinta, e depois sexta, etc, etc... e eu aqui, no velho e delicioso estilo de viver do "Curtindo a vida adoidado"... Esses dias foram uma nítida troca de dias por noites, refeições por bebeções, computador e TV por cama, afazes e responsabilidades pelo mais puro e terno ócio, vezes assistido, vezes nâo. No shopping Paulista, inicio de semana encontrei a saudosa amiga Marta e sua filha Carolina de apenas 8 meses de idade. Foi uma pena eu nâo poder conhecer melhor a Carol devido a garotinha ainda estar em processo de produçâo, quase acabamento, mas quando olhava ela se remexendo dentro daquela barrigona, conseguia visualizar o tipo garotinha que estava por vir. Eu e a Marta conversamos demais sobre muitas coisas, mas como nâo podia deixar de ser, falamos mais desse atual momento da vida dela, do marido, as mudanças, transformações, etc. Tinham fotos cuidadosamente tiradas de toda a familia reunida em um book maravilhoso. Naqueles momentos, fui tocada pelo meu instinto feminino e materno, ali, naquela hora, tudo conspirava para que eu também gerasse vidas dentro de mim, minha emoção foi nas alturas. Saindo do bar, me despedindo da Marta, encontrei nada mais, nada menos que a figura do Alex Laner (rootsh), tivemos um papo breve e mal sabe ele o bem que me fez, sem querer nossa conversa rumou para o meu mundo, o mundo de uma mulher com mais de um quarto de século, solteira e que realmente, nâo deve ficar sonhando com maternidade nesse momento. Para mim, ainda existem muitas coisas a serem feitas antes disso. Escrito por Fer às 17h39 [ ] [ envie esta mensagem ] Coloca mais água no feijão, que eu estou voltando Domingo, metade de tarde... estou em casa, sozinha, o Eros me aquecendo, a TV ligada, o modem caindo de 10 em 10 minutos, telefones desligados, o jornal aberto no primeiro caderno. Por incrível que pareça nao me sinto sozinha. Quer dizer, vamos reformular. Sim, estou sozinha nesse momento, mas não me sinto nem triste nem incomodada com esse estado. Hoje fiz uma peripécia, coloquei um jeans surradão, tênis, camisetinha do PSL Mulheres e fui até a feirinha Rippie de Curitiba de ônibus (andar de ônibus aqui está uma maravilha, abaixaram as tarifas nos dias de semana e aos finais de semana a tarifa é 1,00)... Voltando ao que importa... nesse caminho do ir, estar e voltar pra casa, pensei em milhares de coisas boas que aconteceram na minha vida nos últimos tempos, e pensei também nas más, mas ao contrário do que ocorre sempre, eu encarei essas coisas ruins como aprendizados para coisas boas que ainda estão por vir... putz, que sentimento delicioso... Falei sozinha, fiz planos, repensei coisas, acontecimentos, pessoas, atitudes, emoções, ações e reações. Percebi que eu estava sorrindo, e além de sorrir pra fora, eu estava sorrindo pra mim mesma, eu estava pegando com a pontinha dos dedos a corda que vai me ligar a Fernanda que sempre fui. É dessa Fernanda que gosto, da que reclama rindo, da que se mete em coisas maravilhoas, aquela louquinha que ri, sorri, dá gargalhadas, gosto da Fer que trabalha pacas e toma uma cevinha depois do trabalho, adoro a Fer que instiga seus professores e mestres quando tem a oportunidade de ter aulas, participar de cursos, palestras, senti a Fer que se atira de corpo e alma e que não tem medos dos seus sentimentos, que não tem vergonha de dizer coisas, que não tem pudores, essa Fer é amiga dos seus amigos e se dedica a eles, essa Fer topa tudo e todas (mas corre apenas riscos calculados), essa Fer é bonita, por dentro e por fora, essa Fer é vaidosa, está sempre de saia ou de salto e se importa com sua aparência, se dedica a isso pois se sente feliz quando graciosa e cheirosa, uma Fer que não é apenas esperta, mas inteligente, que pensa, que discute, que age sob seus princípios e que não sucumbe facilmente aos joguinhos pelos quais somos atiçados nessa vida, é uma mulher impaciente que tem aqui dentro, ela quer sempre mais e mais, não só pra si, como para todos os que estão a volta, pois a Fernanda é uma mulher... ela é inteligente, gente boa, solícita, educada, trabalhadora, amiga, dedicada, quente e deliciosamente diferente... pois ela tem um "jeitinho Fer de ser" que ninguém mais tem... Que delíííícia que foi sentir o "calor" que ela passa. Sim, devido a problemas familiares, pessoais, profissionais e a minha inabilidade nessa "grande tarefa de viver", deixei que essa pessoa, da qual eu gosto tanto, ibernasse... foi uma pena... Mas nada é perdido, nunca, agora que senti que posso acordar essa guria, ela vai ver o que é viver novamente, vou resgatá-la, como os principes nos contos de fada, ela virá até mim, e juntas, unidas e felizes retornaremos ao nosso posto... voltaremos a reinar... seremos novamente uma só pessoa... Dificuldades existem, mas nesse momento, sinto que estou me fortalecendo para enfrentá-los... ou seja... Coloca mais água no feijão, que eu estou voltando... ;o) Escrito por Fer às 15h41 [ ] [ envie esta mensagem ] A arte imita a "minha" vida.... ![]() Escrito por Fer às 13h34 [ ] [ envie esta mensagem ] Porque essa música não sai da minha cabeça??? Letra do Leoni, música não sei de quem... já foi gravada por muitos... e hoje é cantada por mim... Fernanda Alves Chaves ... diariamente... [...] Procuro evitar comparações Entre flores e declarações Eu tento te esquecer A minha vida continua Mas é certo que eu seria sempre sua Quem pode me entender Depois de você, os outros são os outros e só [...] Escrito por Fer às 13h05 [ ] [ envie esta mensagem ] Semaninha agitada essa.... Pois é... semana agitada a minha... todas as manhãs da semana (como de costume), fui agraciada com a necessidade eminente de "ter" que ir até o hospital acompahar minha avó em seu tratamento... No meio da semana, recebi uma visita no mínimo inexperada... Minha grande amiga Jacque simplesmente apareceu na porta do apartamento com um presente nas mãos, fiquei abismada, ela disse que tinha ido na farmácia e o atendente disse que aquele era o melhor remédio para dor-de-cotovelo, hahhaa... um pacote inteirinho, cheio de suspiros cobertos com chocolate... conversamos um pouco... e depois que ela foi embora minha mente não parava de me dizer... "Fer, vc ainda tem amigos"... Muitos papos virtuais com meus amigos do peito que moram longe e que moram perto também... Enfim, depois de muito tempo consegui reunir as fotos do HackerUnion 2004... e me diverti com elas pois foram literalmente reveladoras, me diverti horrores... heheheh... Finalmente decidi sair da clausura que eu mesma me impus... nessa quinta, minha agenda casou com as reuniões mensais da turma da faculdade, e foi o máximo, fazia tempos que eu não via muitos deles, tive muitas surpresas... é gente casando, é gente viajando, é gente doente, é gente saindo do Brasil, é gente voltando pra terrinha... é... celebramos a vida como um todo... Hoje, sexta feira, a vovó está aqui, me atormentando pois quer ir assistir "Os dois filhos de Francisco" que estreiou hoje no cinema... my God... o que eu faço???? hehehhe... acho que vou ter que ir... e levar o cobertor e o travesseiro pra me aconhegar bem gostosinho na poltrona... tenho que garantir meu lugarzinho no céu... hehehhe.. Escrito por Fer às 12h59 [ ] [ envie esta mensagem ] Furto confesso... Hoje a Michelle Ribeiro, por icq me mandou um link pra eu ficar mais felizinha... Literalmente estou pegando o texto dela e colocando aqui, pois me emocionei demais, achei show de bola... O Deus das Pequenas Coisas Thursday, 18 August 2005 esse livro é triste que só, mas eu gosto tanto do título que lembro dele todo santo dia. eu, totalmente atéia a vida toda, acho que me converti não a uma religião mas aos pequenos milagres que às vezes acho que só eu enxergo. os furões lambendo as patinhas e limpando a cara; o desenho que o sol faz na parede através da veneziana quando é de manhã; o caminho tranquilo, sem stress, daqui até onde quer que seja; poder parar no meio do dia no supermercado e brincar de casinha, comprando coisas inúteis; ouvir a joss stone cantando enquanto dirijo no meio da tarde de sol, com o ar-condicionado ligado; o cachorrinho preto de coleira que espera os carros passarem pra atravessar a rua movimentada; a felicidade de criança quando nos encontramos todos os dias. são sinais diários de que a vida é um parque de diversões. há sim os momentos de descida de montanha-russa e os instantes de pavor no trem fantasma, mas eu não quero ir embora, não. alguém vai ter que me chutar pra fora, um dia. Orgulhosamente roubado da Zel. Que o Deus das pequenas coisas dê muitas alegrias à ela. http://www.spiritlinux.com.br/michelle/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1 Escrito por Fer às 13h59 [ ] [ envie esta mensagem ] Você - Roberto e Erasmo Você que tanto tempo faz Você que eu não conheço mais Você que um dia eu amei demais Você que ontem me sufocou De amor e de felicidade Hoje me sufoca de saudade. Você que já não diz pra mim As coisas que eu preciso ouvir Você que até hoje eu não esqueci Você que eu tento me enganar Dizendo que tudo passou Na realidade aqui em mim você ficou. Você que eu não encontro mais Os beijos que já não lhe dou Fui tanto pra você e hoje nada sou. Escrito por Fer às 19h01 [ ] [ envie esta mensagem ] Tudo tem seu início... Hoje começo a ver "qual é" essa de blogar na net... todo mundo blaga, menos eu... entao decidi começar... mesmo com a idade que estou.... hehhehe Esse é um selo que tirei do site dos Malvados, estou testando esse tal de Blog... Escrito por Fer às 18h28 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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